Programando novamente..

Posted: Novembro 21, 2010 in Uncategorized

Descomplicando a vida em códigos de programação,   não sei exatamente o porque mais voltei a programar e de quebra com força total, de inicio tento   estudar estrutura e arquitetura estruturada de arquivos da web, não sei o porque mais isso me fez acreditar num potencial oculto dentro de  minha cabeça, não sei mais consigo me permanecer equilibrado lógico  e mais estável mentalmente, estou tentando obter  uma forma estruturada de manter esse ritmo, admito eu estudo algo que não tem absolutamente nada a ver,  com que estudo, tenho planos besta de acreditar que  é uma  forma de me estruturar melhor em meu pais de origem, já que o mercado esta em alta em construção civil, mais logo pretendo abandonar e seguir o ramo da programação, sempre foi meu gosto desde de muito novo.

Infelizmente acreditava que tinha muitas pretensões, muita ganância a fobia a muita gente, mais acredito  agora que tudo não passava de um ser desconfortável que eu estava criando dentro de minha existência, drogo não preciso ser igual a o meu irmão ou uma penca de parentes bem sucedido na vida, ok quero ser bem sucedido na vida mais o que me deixa com pensamento estranho é o fato de eu acreditar em um personagem eu criei, que estranhamente em uma madrugada de domingo eu o matei, e sim fico feliz por ter feito isso, e pela primeira vez celebro o domingo como um renascimento, uma revigorada que antes eu não tinha,

Tenho que afirmar que alem de tudo isso parecer besteiras sem nexo escrita para poucos que me conhece, de uma vez por todas hoje foi um dia estranho e especial para um começo diferente, tanto para novos hábitos como para novos conceitos, agora de uma vez por todas parei de fumar, aquilo estava acabando com a lógica e a rapidez de eu processar algo, mais infeliz mente estou com um vicio em café. Mais tudo  bem isso me mantêm conectado e ligado para  pensar melhor. Bom  relatando novamente isso parece absurdamente sem sentido e sem nexo, já pretendo arrumar meu quarto ele já deve estar criando vida própria com a minha bagunça exagerada, bom para finalizar estou escrevendo e firmando compromisso que este blog será direcionado a jovens programadores, e entusiastas  no ramo da programação de computadores.

 

CLUBE DE PATIFES

Posted: Setembro 30, 2010 in Uncategorized
CLUBE DE PATIFES – COM UM POUCO MAIS DE ALMA

O Clube de Patifes, ao que se divulga e se comenta nos quatro cantos, toca blues… Blues? Para quem não conhece o blues tradicional lá do Delta do Mississipi, o blues de Chicago, e ouve o grupo, percebe referências que os remete ao mais genuíno blues. Para quem conhece as referências supracitadas , a banda passa longe de fazer o tão falado blues.

Por quê? Onde já si viu se cantar blues em português? Banda de Blues no Brasil tem que cantar em inglês e tem que ter no repertório os grandes clássicos do gênero, afirmam os mais ortodoxos. A verdade é que, quem faz um comentário de tão absurdo quanto este, definitivamente nunca entendeu o blues.

Não precisamos reproduzir o que os americanos fazem, a história de vida deles é outra, a sociedade, costumes e principalmente a cultura é outra. Fazer blues no Brasil simplesmente tentando reproduzir o que é feito no norte da América, além de soar superficial e falso, uma réplica mal feita e sem sentido, não irá cumprir a função de estabelecer um link entre artista e público, e este elo nasce justamente ao se transmitir através da letra e ritmo todo um conteúdo cultural comum aos envolvidos. O Blues de Muddy Waters, Robert Johnson, entre outros grandes artistas, era algo natural, ligado a terra e a tudo que envolvia a vida no campo no sul dos Estados Unidos.

Blues é música do campo. Como fazer algo aqui no nordeste do Brasil, com tanta naturalidade e cantado em inglês? Como funcionaria isto? Simplesmente não dá! E se, fazer blues é tocar as dores, amores perdidos, cantar o dia-a-dia de uma sociedade sofrida, então o Clube de Patifes, sim, faz Blues, e o faz com pureza d’alma, sem tentar ser algo que não é, um bluesman americano, ou qualquer outra coisa, e sim um genuíno nordestino.

A influência do blues americano é inegável e estar presente na música da banda. Estão lá todos os clichês, mas existem também a presença de elementos do sertão, Pablues (Voz e gaita) não canta como B.B King ou John Lee Hooker, as palavras são atiradas sem rodeios, existe na sua forma de cantar a presença de outros mestres como Luiz Gonzaga e Coroné (Trio Nordestino), existe um outro passado enraizado na música do Clube de Patifes, outros heróis, outras lendas, e não são lendas de lá, são lendas daqui. Clube de Patifes é a junção da música do campo de duas terras quentes, áridas, e cortadas por um grande rio cheio de histórias e mitos. E não precisa de zabumba, nem pandeiro, nem outros instrumentos típicos para mostrar essa influência, pois ela é sutil, é natural, está no sangue de cada um dos membros da banda e não há como fugir dela.

O Novo álbum, Com um Pouco Mais de Alma, é o conteúdo prático de tudo que foi dito acima, seja através da fusão simbólica do Aboio do vaqueiro com o blues de John Lee Hooker, seja através de canções como “Feira”, obscura só para quem não vive na cidade, “mal traçadas linhas”, ou “Caminhos de Cruz” que fala de algo tão presente no blues americano que é o trem, mas que foi inspirada nas antigas ferrovias que ligavam as cidades, num passado recente, do Recôncavo Baiano. O Cd não é conceitual, mas existe, uma linha que norteia todo o álbum que são as inquietações da alma. A banda ainda continua bebendo, mas neste disco havia muitas perguntas a serem feitas, e elas estão no disco distribuídas entre as 15 faixas que compõe o trabalho, entre as dores e os amores expressos nas mesmas 15 canções.

Jo Capone (Baixista do Clube de Patifes)

2001 – Do Palco ao Balcão

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2009 – Com um pouco mais de alma



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Blue Jeans

Posted: Setembro 30, 2010 in Uncategorized

Blue Jeans

Formada em 1986 o Blue Jeans é um dos pioneiros do blues no Brasil, numa época em que o mercado para o estilo no país era incipiente.

Em 1996, o trio foi convidado para ser uma das atrações do Nescafé & Blues um dos principais festivais de blues do país, dividindo o palco com John Hammond, Pinetop Perkins e Johnnie Johnson entre outros. Esta apresentação rendeu elogios de crítica e público,que aplaudiu de pé a performance da banda.

Na ocasião, o trio lançou o 1º CD Blue Jeans, com releituras para clássicos do blues e composições próprias como a bem sucedida mistura de Forró com Blues, na faixa Forró Blues interpretada por Genival Lacerda e a bem humorada e já clássica do blues nacional “Cachaceiro”.

Com influências de músicos como: B.B.King, Buddy Guy, Freddie King, Eric Clapton, Jimi Hendrix, entre outros, o power trio do blues brasileiro formado por: Junior Moreno (bateria, gaita e vocal), Marcos Ottaviano (guitarra) e Andrei Ivanovic (baixo), já participou de todos os grandes festivais de blues no Brasil e acompanhou e promoveu jam sessions com grandes nomes como : Magic Slim , Buddy Guy, Big Time Sarah, John Pizzarelli, Peter Tork (The Monkees), Sugar Blue, Bobby Keys e Ronnie Wood (Rolling Stones).

1995 – Blue Jeans

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Bêbados Habilidosos

Posted: Setembro 30, 2010 in Uncategorized

Bêbados Habilidosos

Formada por ex-membros da extinta “Blues Band” a banda “Bêbados Habilidosos” tem como ponto comum a paixão pelo ritmo nascido às margens do Mississippi nos Estados Unidos: O Blues.
Amigos que tocam juntos há mais de uma década, o negócio deles é realmente a boemia retratada pelas composições da banda, todas calcadas no ritmo e suas vertentes mais próximas do soul ao rock´n´roll clássico. Seu repertório é formado 90% de composições próprias e os 10% restantes se completam por clássicos do gênero. De B.B. King a James Brown, claro que nunca deixando de lado o improviso, tão característico do blues.
Tendo o bar como maior referência, “os Bêbados” como são sempre chamados, não se sabe bem porquê – já tocaram em diversos lugares da cidade nesses dez anos. Do Aero Rancho à Penitenciária. Sempre tendo a diversão – e alguma boa grana, claro – como objetivo maior. Havendo 10 pessoas ou 1.000 na platéia, não faz muita diferença. A paixão pelo que fazem é o que conta.
2004 – Envelhecido 12 Anos
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Relespública

Posted: Setembro 30, 2010 in Uncategorized

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A Banda Relespública, que teve início em 1989, uma das protagonistas da cena roqueira curitibana, mas a “Reles” carinhosamente chamado pelos fãs, deu início a carreira profissional, quando lançou seu primeiro disco em 1998 chamado “E o Rock’n'Roll Brasil!?” (lançamento independente), após isso a banda percorreu o pais fazendo Shows e cativando o público.
Em 2000 , a banda lançou um disco chamado “O circo está armado” que foi produzido por Rafael Ramos, produtor de Pitty e Los Hermanos… Lançado pelo selo Universal Music, o disco foi muito bem aceito, e obteve ótimas criticas, levando então a banda a tocar no Rock in Rio 3.
“Os 4 Elementos” série lançada em 2002 onde abriam o disco “Explosão Rock” com a música “Garoa e Solidão”.
“As Histórias são iguais” (Monstro Discos) de 2003, onde foram lançados seus primeiros clipes “Nunca mais” e “Garoa e Solidão” o disco, que teve a participação de Nasi “Ira!”, foi o propulsor da parceria Nasi & Relespública, levando o grupo a fazer vários outros shows pelo Brasil, onde apresentavam as canções de suas carreiras e clássicos do rock e blues. Com a veiculação dos clipes na MTV, a banda recebeu o convite de gravar o programa “MTV Apresenta Relespública” (Works Music),que renderam o disco ao vivo e DVD lançados em 2006.
O ultimo disco da banda intitulado “Efeito Moral” com a participação Samuel Rosa “Skank” na faixa “Tudo que eu Preciso” dentre outros convidados que incrementam esse novo disco cheio de novidades fresquinhas pra todos.

DISCOGRAFIA

1998 – E o Rock’n'Roll Brasil!



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2000 – O circo Está Armado

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2003 – As Historias São Iguais

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2006 – MTV Apresenta Relespublica

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2008 – Efeito Moral

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Subcultura Mod

Posted: Setembro 30, 2010 in Uncategorized

Origens

A subcultura mod teve início em turmas de garotos adolescentes cujas famílias eram ligadas ao comércio de tecidos em Londres. Esses primeiros mods eram geralmente de classe média, obcecados pelas tendências da moda e estilos musicais, como ternos italianos bem justos, jazz moderno e rhythm and blues. Sua vida social urbana era impulsionada, em parte, por anfetaminas. É crença popular que os mods e seus rivais, os rockers, foram uma evolução doTeddy Boys, uma subcultura da Inglaterra da década de 50[1]. Os Teddy boys, influenciados pelo rockabilly norte-americano, usavam trajes eduardianos e penteados pomposos. No entanto, não existe um contínuo histórico consistente entre os Teddy Boys e os Mods, cujas origens se encontram fora do espectro do rock and roll.

Enquanto o estilo de vida se desenvolvia e era adotado por adolescentes ingleses de todas as classes econômicas, os mods expandiram seus gostos musicais para além do jazz e do R&B, abraçando também o soul(particularmente da Motown), o ska jamaicano e o bluebeat (versão inglesa do ritmo jamaicano)[2]. Eles também deixaram sua marca no desenvolvimento da beat music e do R&B britânicos, exemplificados em bandas comoSmall FacesThe WhoThe Yardbirds. Entre as bandas britânicas menos conhecidas associadas ao cenário mod, estão The ActionThe CreationJohn’s Children.

Os mods se reuniam em pubs londrinos como o Goldhawk e o Marquee Club para exibir suas roupas e passos de dança. Eles usavam tipicamentescooters como meio de transporte, normalmente das marcas Lambretta ou Vespa. Uma das razões é que o transporte público encerrava suas atividades relativamente cedo, e as scooters eram mais baratas do que automóveis. Depois que uma lei exigindo a instalação de pelo menos um espelho em motocicletas foi aprovada, os mods adicionaram 4, 10, 32 espelhos a suas scooters como forma de zombar da nova lei.

Outra subcultura jovem, conhecida como rockers (associadas à motocicletas e jaquetas de couro), frequentemente entrava em conflito com os mods, levando a batalhas em balneários como BrightonMargateHastings. Em 1964, o conflito “mods versus rockers” deu origem a um pânico moral voltado contra a juventude moderna na Grã-Bretanha.

Decadência e remanescentes

Os mods eram produto de uma cultura em constante evolução, e talvez tenha sido inevitável que o cenário acabasse por devorar a si próprio. Quando Bobby Moore levantou a taça da Copa do Mundo no verão de 1966, a cena mod já se encontrava em visível declínio. Quando as culturaspsicodélicahippie surgiram, muitas pessoas se afastaram do estilo de vida mod. A cultura hippie representava um perspectiva calma da vida, em total oposto à energia frenética do mito mod. Bandas como The Who e Small Faces mudaram seus estilos musicais, e não mais se representavam como mods.

Na outra extremidade do espectro, tanto em filosofia quanto em aparência, os “hard mods” (vulgo “gang mods”) eram mais violentos do que o resto de seus confrades. Com menos ênfase nas tendências da moda, e com o cabelo raspado bem curto, eles se tornaram os primeiros skinheads. Eles mantiveram a música mod original viva, tomando elementos básicos do visual mod – ternos de três botões, camisas Fred PerryBen Sherman, calças Sta-Prest e jeans Levi’s – misturando-os com acessórios da classe operária, como suspensórios e botas Dr. Martens.

Ressurgimento e influência posterior

O símbolo usado pelo movimento mod é originário da pop art, e foi baseado no símbolo usado nos aviões da RAF durante a Segunda Guerra Mundial; supõe-se que tenha sido uma evolução da camiseta com um alvo estampado usada por Keith Moon, pois esta foi sua primeira conexão conhecida com os mods.

O filme Quadrophenia, lançado em 1979 e baseado no álbum homônimo do The Who, foi uma celebração do movimento mod, inspirando em parte um revival mod no Reino Unido no final da década de 70, seguido por outro revival na América do Norte no começo dos anos 80, particularmente no sul da Califórnia. Muitas das bandas da época eram influenciadas pela energia do punk rock britânico, e este ressurgimento foi liderado pelo The Jam. Entre outras bandas destacavam-se o Secret AffairPurple HeartsThe Chords.

O cenário Britpop dos anos 90 demonstrou claras influências mod, com bandas como OasisBlurOcean Colour Scene.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mod

Novo confronto!

Posted: Março 5, 2010 in Uncategorized

O que eu me tornei

Já eram cinco horas da manha da terceira semana regada de uma insônia que consumia meu corpo, é estranho.
A insônia distância tudo, você não pode tocar em nada e nada
Toca em você.
Não conseguia compreender o porquê estava ultimamente me comportando desta maneira, a nicotina do cigarro que antes fazia efeito em meu corpo já não faz sentido algum, o excesso de álcool que antes parecia eficaz não contribui mais para o meu relaxamento corporal, antes que era gordura flácida, de um corpo sedentário não existia mais. Talvez em algum momento de falta de sono eu me encontrei de fato, expandi minha mente evolui.
Praticava exercícios em meu quarto um treinamento fiel, não sabia o porquê fazia isso. Mais sabia que o meu novo eu precisava esta forte, queria algo perfeito tanto na minha mente que antes era purificada de inutilidades que ocupava integral parte do meu dia, agora procuro utilidade, sobrevivência em meu novo eu, mas percebi que um momento é o Maximo que se pode esperar da perfeição que eu nunca me sinta completo ,Que eu nunca me sinta satisfeito, Que eu nunca seja perfeito, comecei criar minha vida em momentos. Procurei viver o que me agrada o que é útil e usual.

Passei a moldar uma nova personalidade a matar a minha antiga natureza, posso estar louco ou não. Mais tive que abandonar muitas coisas, pois elas estavam me consumindo a cada dia.
Criei uma ideologia estranha uma forma de sobreviver na minha mente de tragar pessoas como cigarros baratos, hoje já não suportam pessoas fúteis
Que tentam de maneira idiota e trágica moldar um estilo de vida, pessoas que esquecem sua real natureza, fanada a se torna subproduto da mídia, de consumo exagerado e inútil.
Cansei de tudo e todos, mais ainda mantenho um amigo talvez o único que entende o que se passa em minha mente. Ele havia surtado alguns meses atrás, felizmente o que ele precisava era de um pouco mais de sexo e amor, dado por uma mulher, o problema dele talvez fosse resolvido. Mais ainda sei que existe algo estranho que me agrada em sua mente.
Relacionei-me com uma mulher frustrante talvez fosse à pior relação de todos os tempos, ainda fico rindo como pude ser idiota assim para gostar de uma pessoa que tinha tudo que mais odiava no mundo, futilidade regada de banalidade egoísta, uma fraude no sexo horrível que me proporcionava isso se houve sexo, em resumo era uma safada vadia que prefere fazer parte de uma massa de idiotas que procuram estilos de vidas modernas, pessoas fracas sem sentido e altamente genéricas, olhar para elas é como ver Vacas hindus.
Vagando por ai sem sentido seguindo uma tendência idiota, a única salvação para esse tipo de gente e ser ignorada.
Pois não existe salvação, perdão ou redenção, quem cria isso é a gente. O meu legado é acreditar que você mesmo pode se salvar se perdoar. Eu acredito nisso, posso esta errado mais sei que é atualmente é essencial para minha vida, assim como sexo e casualidade e não me apegar a ninguém.

Quando esta teoria foi apresentada pela primeira vez pelo prof. Charles Hapgood, a comunidade científica não se manifestou, com uma notável excessão: Albert Einstein. Em sua teoria, o prof. Hapgood propôs que em certos períodos de tempo, toda a crosta terrestre poderia se movimentar, como uma casca solta de laranja. Isto explicaria o desaparecimento de civilizações como a Atlântida e a Lemúria. Segundo Einstein, “…não se pode duvidar que ocorreram deslocamentos significativos da crosta terrestre repentinamente, em curto período de tempo.” O professor, para elaborar sua teoria, se baseou em fatos aceitos. Antes existia a Pangéia, depois os continentes foram se separando e temos a formação de hoje. Mas ainda não acabou. Os continentes continuam se movimentando. Isto é possível porque a crosta terrestre “flutua” em uma camada semi-líquida. O elo final para a teoria de Hapgood veio com o descobrimento, em 1977, de um mamute congelado, perfeitamente preservado, no norte da Sibéria, o qual culminou no descobrimento de milhares de espécies de grandes mamíferos nestas condições tanto no norte da Sibéria como no norte do Canadá. Por quê elo final? Primeiro porque foram achados, em seu estômago, vegetais de clima quente. Segundo, que estes vegetais não estavam digeridos, o que sugere uma morte súbita. Terceiro, é que para se congelar animais deste porte de uma maneira que, estes se mantivessem preservados de uma maneira tão fabulosa, seria necessário que estes animais tivessem sido expostos a um frio muito intenso, repentinamente (ver caso do Mamute Congelado). Hoje esta teoria já é aceita. De acordo com ela, houve, ha cerca de 12 mil anos atrás, um deslocamento da crosta terrestre, a qual se moveu em torno de 3,6 mil quilômetros. Com este deslocamento, a Antártida foi englobada pela zona polar, enquanto que, ao mesmo tempo, a América do Norte foi liberada do Círculo Polar se tornando área temperada. Hapgood documentou deslocamentos ocorridos nos últimos 100 mil anos. Acredita-se que estes ocorram a cada 41 mil anos. O último ocorreu ha 11,5 mil anos atrás, portanto o próximo deve ser esperado para daqui a 29,5 mil anos. De acordo com Hapgood, este movimento repentino da crosta se deve ao acúmulo de gelo nas calotas terrestres. Depois de milhares de anos acumulando gelo, chegando a uma espessura de até 3,6 quilômetros, há um desequilíbrio no globo, ocasionando o deslocamento das massas. O gelo se desloca, arrastando consigo a crosta externa e os continentes em um bloco, para novas posições. Com isso, as calotas polares alcançam um clima mais quente e começam a derreter, enquanto que as terras de clima temperado vão para regiões polares nas quais congelam e acumulam gelo. Cálculos realizados ha poucos anos, indicam que a crosta poderia ter alcançado, em seu movimento, uma velocidade aproximada de 70 km/h (setenta quilômetros por hora). Se a teoria do prof. Charles Hapgood estiver correta, poderia explicar dentre outras coisas, o desaparecimento de continentes inteiros como a Atlântida.

OgAAALFotP83E9w_-EtMA6E--RXydLllAdtNlQOJkV2v59jrWrI8b-uok-ScOVe8GpO-VRBPbS7qI8WqAyXo4lzJW90Am1T1UENxRiv3LnRw5hq92ED8uri3zRWaSe você era criança por volta dos anos 80 e começo dos 90 com certeza deve lembrar dos desenhos animados que contavam as aventuras de diversos personagens como Scooby Doo, Os Flintstones e Os Muppets quando eram jovens. O que o desenhista e roteiristas brasileiro Vitor Cafaggi faz é mais ou menos igual. Ele, fã do Homem Aranha, criou as tiras “Puny Parker”, que conta as desventuras do pequeno Homem Aranha, disponibilizou em seu blog e hoje, devido a fidelidade com o mundo do personagem, agregou fãs de vários países, tendo sua tira publicada até em inglês. Sem nenhuma ligação com a Marvel Comics, ele continua a saga do jovem Peter Parker (que já está em sua segunda temporada), que foge da gangue de Flash Thompson em busca do amor da pequena Mary Jane. Vitor bateu um papo com o newcorleone’s, onde falou sobre a repercussão de suas tiras, sua participação no livro comemorativo de Mauricio de Sousa e qual fase do “Amigo da Vizinhança” ele mais gosta. Com a palavra, Vitor “Puny Parker” Cafaggi:

newcorleone’s: Qual foi o principal objetivo em fazer um quadrinho “jovem” do Homem-Aranha?

Vitor Cafaggi: Não sei exatamente de onde surgiu a ideia do Puny Parker, mas posso dizer que, quando eu comecei a fazer as tiras semanais meu objetivo principal com elas era o de me condicionar a desenhar sempre. Muitas vezes a gente tem ideias que não coloca no papel, ou ideias que começamos e nunca terminamos por falta de tempo ou mesmo por preguiça. Desenhei a primeira tirinha, pouquíssimas pessoas viram, mas dois meses depois decidi que faria isto semanalmente. Comecei colocando as tirinhas no Orkut e avisei aos amigos que ia fazer isso toda semana. Dessa forma eu meio que me obriguei a manter essa produção semanal de tirinhas. O principal objetivo era esse, produzir, melhorar no desenho e desenhar sempre.

NC’s: Graças ao sucesso você fez a versão brasileira e americana. Qual o retorno que isso te dá?

VC: Eu comecei fazendo as tirinhas só em inglês porque elas soam melhor naA turma do Parkerminha cabeça deste jeito. Dá até pra ouvir as vozes dos personagens enquanto estou criando. Fora que, quem sabe um dia, se um editor da Marvel der de cara com isso, vai ser bom se ele entender o que está escrito!Um tempo depois, muita gente me pediu que colocasse as tirinhas em português, daí criei o blog com as duas versões para atender esta demanda. Em maio desse ano, as tirinhas em inglês do Puny foram destaque no site Deviantart. Em um dia elas tiveram mais de vinte mil visualizações em vários países do mundo! Várias pessoas comentaram. Foi um retorno inesperado e bem bacana.

NC’s: Por escrever as histórias também em inglês, tem algum fã das HQs lá fora que tenha entrado em contato contigo?

VC: Tem sim. A primeira tirinha do Puny no Deviant art tem mais de cem comentários. A maioria de estrangeiros. No blog volta e meia aparece alguém de fora comentando nas tirinhas em inglês. E procurando no Google já achei comentários até em espanhol sobre Puny Parker. “Puny Parker de Vitor Cafaggi. Lo mejor en los últimos vinte años del Spiderman!”

NC’s: O que mais te motiva a fazer os quadrinhos do Puny Parker?

parker25portVC: Se eu comecei a fazer esses quadrinhos simplesmente pra me acostumar a desenhar sempre, hoje tenho vários motivos pra continuar fazendo isso. Primeiro porque eu ainda tenho ideias pra muitas tirinhas com esses personagens, é como se eles tivessem ganhando vida mesmo! Com isso fica cada vez mais divertido criar novas histórias com eles. Segundo porque tem muita gente conhecendo meu trabalho por causa dessas tirinhas e com isso sou convidado a participar de projetos incríveis como o “Pequenos Heróis” e o “MSP 50”. E, talvez o principal, seja o retorno que as pessoas me dão. Tem sempre uma pessoa nova que acabou de conhecer as tirinhas e me manda e-mail ou comenta com os elogios mais legais que eu poderia receber. Sinceramente nunca imaginei que teria esse tipo de retorno fazendo tirinhas.

NC’s: A Marvel já se pronunciou a respeito desta homenagem?

VC: Não, nunca. Já mandei um e-mail pra eles e uma carta também falando das tirinhas quando elas estavam meio que no começo ainda. Até hoje nunca tive resposta. Mas tá tranquilo, as coisas tendem a acontecer no seu tempo certo.

NC’s: Vi que você já incorporou o pequeno Matt Murdock nas histórias. Pretende usar outro personagem da mitologia do herói?

VC: Na primeira temporada evitei ao máximo colocar personagens de fora do universo do Aranha nas tirinhas. Usei só aqueles que eram os coadjuvantes dele mesmo. Nessa segunda temporada apareceu o jovem Demolidor e futuramente o Tocha Humana vai dar as caras também. Mas mesmo esses personagens foram escolhidos com cuidado, por serem os heróis mais próximos do Aranha.

NC’s: Você tem algum personagem que pretende lançar num futuro próximo?

VC: Sim, criei uma história com personagens meus em 2004 e só agora estou colocando isso no papel. Se tudo der certo, ano que vem eu lanço essa revista.

NC’s: Fora o Homem Aranha, existe outro herói ou personagem que você gostaria de fazer histórias de sua infância?parker49port

VC: Não. Só me sentiria à vontade fazendo isso com o Aranha mesmo. Eu leio os quadrinhos do Aranha desde que tinha sete anos. Isso me acompanhou pela minha vida inteira. Posso dizer, sem exagero, que muito de quem eu sou, minha personalidade e dos meus valores eu aprendi nas histórias desse personagem. Tendo essa identificação, nas tirinhas do Puny Parker posso até colocar experiências pessoais porque sei que vão se encaixar com o que o personagem representa.

NC’s: Você como fã, fale qual a melhor fase do Homem Aranha nos quadrinhos.

VC: Minha fase favorita é a de quando eu comecei a ler os quadrinhos do Aranha. É a época em que ele morava sozinho, estava sempre devendo o aluguel, tava enrolado com a Gata Negra, ele enfrentou o Fanático e a Mary Jane reapareceu na vida dele. Isso foi nos anos 80, é a fase escrita pelo Roger Stern e desenhada pelo John Romita Jr. Em segundo lugar, a fase do Aranha na faculdade no final dos anos 60, escrita pelo Stan Lee e desenhada pelo John Romita.

NC’s: Gostou dos filmes?

VC: Eu saí do cinema encantado depois de ver o primeiro filme. Foi um sonho realizado ver o Aranha tão bem representado na telona. Tanto que voltei no cinema outras cinco vezes pra repetir a experiência. Adorei o segundo filme também, não teve o mesmo impacto que o primeiro teve quando eu vi no cinema a primeira vez, mas hoje, ele é o meu favorito da série. Gosto do terceiro também. Não tanto quanto os outros dois, mas ver a Gwen e o uniforme negro no cinema superam os defeitos que o filme tem.

NC’s: Em todas as entrevistas do Newcorleone’s  pedimos para nossos entrevistados indicarem algo que esteja lendo, assistindo e ouvindo.S4010041

VC: Dica de leitura: Uma tirinha que eu descobri a pouco tempo em um encadernado da Devir é “Mutts, os Vira-latas”, do Patrick McDonnell. É muito divertida, tem um humor inocente e em algumas tirinhas me lembra o Calvin.

Dica de TV: The Big Bang Theory, é o único sitcom que eu assisto atualmente e já me diverte o suficiente. A terceira temporada estreia no Warner Channel agora em outubro.

Dica de música: O que mais tem no meu MP3 atualmente é Tegan and Sara, então minha dica só pode ser elas. São duas gêmeas canadenses que tocam um rock indie que me agrada muito já faz um tempo.

Curtiu? Então veja mais  ele esta adicionado no meu perfil do orkut

http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=4297977478814105456

O Amor…

Posted: Novembro 1, 2009 in Uncategorized

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta. O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar. Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco. Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome. Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados. Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.

Arnaldo Jabor